27.7.04

Um riso de felicidade

Depois que a lua guardou o lençol
a voz amorosa inundou o vale:
- Que se estenda agora o brilho do sol.
Que se desate o nevoeiro impertinente
Que mude de cor, o frio da agonia.
Que o vento da dor se torne fugaz,
e que qualquer tipo de guerra não sobreviva
(qualquer guerra é sempre um açoite)
A luz condescendente, transigiu
Invadiu a vidraça, e manheceu comigo
Calorosamente, a felicidade desenhou
um riso de pétalas de margaridas
em meu rosto